domingo, 27 de novembro de 2011

COMO FOI A TEMATIZAÇÃO DA PRÁTICA COM A COORDENADORA FLAVIA

COORDENADORA: FLAVIA ROBERTA ZAGO
PROFESSORA: Malvina
1ºANO A


FOCO DA ANÁLISE DA COORDENADORA: Intervenção da professora

CONVERSA ENTRE A FORMADORA LOCAL E COORDENADORA

Avanços apontados na prática da professora no momento da tematização:
• Escolheu palavras pertencente ao um grupo semântico .
• Começou da palavra maior polissílabo para monossílaba palavra menor.
• Solicitou a leitura após a escrita da criança.
• Não silabou as palavras.
• Classificou a criança na hipótese correta.

Desafios a apontar durante a conversa com a professora

• Considerar o pensamento da criança, algumas perguntas faz a criança entender que a sua escrita está incorreta simplesmente, o que a leva a escrever aleatoriamente sem que a faça repensar sobre sua escrita.
• Refletir com a professora o porquê a professora solicitou a leitura de todas as palavras ao final do diagnóstico mesmo que a criança já havia feito a leitura no decorrer de cada palavra escrita. E com Isso chegamos ao seguinte questionamento: Porque Kaique não conseguiu ler as palavras quando a professora solicitou a leitura de todas as palavras após escrever a ultima palavra?

Devolutiva com a professora

A devolutiva com a professora Malvina iniciou-se como meu agradecimento a ela pela oportunidade de permitir gravar situação da realização do diagnóstico com o aluno Kaique Bispo e pela abertura que estava dando a fazer a devolutiva. Em seguida coloquei o vídeo pra que assistíssemos.

Para iniciar a conversa perguntei após assistirmos ao vídeo se ela faria algo de diferente após assistir sua prática, uma vez que após a filmagem já passamos por alguns momentos de estudos nas formações e que talvez tenha ampliado seu conhecimentos sobre a leitura e escrita pelo aluno.
A professora foi logo dizendo:
• Que poderia pedir para a criança ir grafando a escrita logo no momento da leitura.
• E que faria o diagnóstico de forma mais solta para a criança ficar mais a vontade e não tão travado.

Com o foco de fazê-la refletir sobre suas intervenções, embora as situações acima também poderia estar em discussão, optei por problematizar a intervenção e para reflexão perguntei - Porque pediu para que o aluno escrevesse a palavra QUEIJO várias vezes? Quando perguntou ao aluno você tem certeza por diversas vezes o que leva a ele a pensar?
A professora Malvina falou – “Poxa é verdade eu pedi para escrever várias vezes nem percebi isso, quando pedia ele deveria estar pensando que algumas coisa estava errado, mas não sabi o que.Fiz muitas perguntas que na verdade que deixou ele na dúvida sobre sua escrita de certa forma induzi kaique a escrever do jeito que eu achava melhor”. Aproveitei e comentei que a intervenção deve ser feita para fazer a criança repensar sobre sua escrita, e da forma como fez as intervenções mesmo que inconsciente acabou induzindo a criança a aumentar a quantidade de letras isso até interfere sobre o pensamento que a criança tem sobre a escrita. Conversei que neste momento é preciso deixar a criança refletir sobre o que escreveu não com perguntas por diversas vezes (você tem certeza? Você tem certeza?...) assim leva o aluno a mudar sua escrita simplesmente para agradar o que a professora quer, não colocando realmente suas ideias sobre a escrita, as duas situações deixava o aluno a pensar que alguma coisa não estava certa.

Como fazer a partir de agora?

Ela respondeu – “ vou evitar esse tipo de pergunta por diversas vezes em que força o aluno a escrever o que eu desejo não expressa o conhecimento que realmente tem, assistindo ao vídeo vi que influenciei no acerto ou no erro do aluno. Fazendo o diagnóstico nem percebi isso.”

Quais seriam a melhores intervenções em sua opinião?

A professora disse “a melhor intervenção é a que ajuda a criança a pensar sobre o que escreveu, não aquela dá resposta e nem deixar em dúvida”. Depois a professora deu risada e disse que não foi muito bom o diagnóstico. Disse a ela que vamos aprendendo com nossa prática e que estava de parabéns, pois percebeu muita coisa e que através da tematização é que conseguimos um resultado tão positivo. Ela concordou e falou que de início ficou apreensiva em ser filmada, mas viu como é bom ver a sua prática. Agradeci pela oportunidade e parabenizei pelo trabalho que vem realizando.

Devolutiva com a formadora Claudiene

A devolutiva com a formadora Claudiene foi muito importante para esse trabalho. Apontamos os pontos positivos e pontos a serem melhorados na prática da professora Malvina. Depois de conversarmos decidimos que as intervenções da professora seria o foco de discussão com ela. Concordei porque realmente a professora induziu o aluno a escrever da maneira que ela achava que era correta. A formadora ainda alertou que ao conversar com a professora era preciso iniciar falando dos pontos positivos e isso me ajudou muito a fazer uma lista dos avanços que a professora alcançou e logo após falar dos pontos que precisavam ser melhorados. Essa devolutiva me ajudou a perceber que análise da prática através de vídeo é melhor jeito de dar um novo contexto a prática da professora.
Na próxima conversa vamos tratar porque Kaique não conseguiu ler as palavras quando a professora solicitou a leitura de todas as palavras após escrever a última palavra? Isso tem haver com a hipótese em que ele se estava e com a concepção da professora, mas ficou para próxima análise, penso que é preciso ir com calma quando se tematiza uma prática.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Relatório do 7º encontro de Formação Além das Letras

Segunda-feira de manhã, dia 31 (trinta e um) de outubro, pouco mais das 7 horas, iniciamos nosso último encontro.Nossa conversa começou com a leitura da síntese. Dulce responsável pela escrita do relatório relatou os acontecimentos da história passada. De uma forma sucinta apresentou os conflitos que nela apareceram, que iniciou a partir da análise da prática de uma professora de nossa rede, que apresentava ter alguns conhecimentos necessários para realização do diagnóstico como: Obedece a um grupo semântico; Faz análise da escrita corretamente;Solicita a leitura a cada escrita da criança e pede que marque com um lápis; Lista de 5 palavras: polissílabo, trissílabo, dissílabo e monossílabo. Por outro lado apesar de pontuar esses aspectos como relevantes, outros investimentos precisam ser feitos, um exemplo é a concepção da professora como as crianças aprendem. Para ela hipótese se ensina, fato que tornou-se evidente quando a criança escreveu as palavras solicitadas por ela. Na escrita a criança coloca em jogo suas suposições sobre a escrita, o que ela pensa sobre o funcionamento da língua escrita, mas ao fazer a leitura nos leva a entender que foi condicionada a escrever duas letras para cada sílaba demonstrando em sua ação que isto faz parte dos conceitos que a professora tem sobre a construção da escrita. Diante de tal situação sem dúvida ficou evidente a importância de aprofundarmos nas reflexões quanto ao conteúdo leitura e escrita pelo aluno, pois de forma geral essa prática se assemelha com a de muitos professores alfabetizadores. Assim foram nossas conclusões no encontro passado, rememorada no relato da coordenadora.

É...Mais a história não parou por ai, a formadora, trouxe como aperitivo ocapítulo “Crianças à venda tratar aqui” extraído do livro Sete Ossos e uma Maldiçãode Rosa Amanda Strausz, o qual causou ares de mistérios aos coordenadores porque conta a história de uma mulher que queria vender todas as suas crianças. Ela vendeu as crianças até quando chegou a vez de Fabiojunio, garoto mais novo dos irmãos, com seis anos de idade.Todos os finais de semana vinha um envelope para a mãe dele com o dinheiro e uma foto do filho. Sempre quando a irmã mais velha via a foto ela desconfiava de que alguma coisa tinha por trás daquilo tudo. Até que ela foi desvendar o caso, e chegando lá viu que na rua não havia nenhuma casa só um cemitério. Quando ela viu o cemitério ficou aterrorizada com o que estava acontecendo naquele momento, viu a cova do irmão e do outro lado estava à cova do casal que comprou a criança e na data do túmulo tinha mais de séculos. Ela apavorada correu para a sua casa e antes de falar o que aconteceu, sua mãe interrompeu e disse...Pelo ar misterioso que o texto carrega despertou o interesse do grupo para saber o desenrolar dessa narrativa e assim foi emprestado para saciar a curiosidade que foi despertada nesta leitura em voz alta. Se quiser saber a história,na integra, você leitor, encontrará no site http://contosecantadas.blogspot.com/2010/11/criancas-venda-tratar-aqui.html, o nosso foi lido diretamente do portador indicado e emprestado pela coordenadora Rosinalda. A leitura em voz alta feita pelo formador tornou-se uma prática permanente na formação, debruçar sobre bons textos tem sido muito bom! Afinal a leitura de um bom texto cabe em qualquer lugar.

De roda de leitura passou-se para roda de conversa no momento da retomada do encontro passado. Na conversa, os dizeres de Keine, coordenadora, atraíram a atenção dos participantes “A professora relatou seu desespero sobre as aprendizagens dos seus alunos. Então pensamos que a devolutiva deveria gerar em torno de aprofundamento teórico, uma vez que ela aparentava não saber que conhecimentos seus alunos tinham sobre a escrita, na verdade ela não tinha ideia da hipótese de escrita em que eles se encontravam, por isso o conhecimento teórico seria de extrema importância para ajudá-la a pensar em boas atividades em que os alunos pudessem avançar”.

Só a fala de Keine descrevera as conclusões do grupo ao fazer a devolutiva para professora no encontro anterior. Por conta disso o principal objetivo nesta retomada foi provocar a reflexão sobre ações mais concretas do coordenador à devolutiva feita para a professora. Abrem-se então as portas para o propósito deste momento que é pensar em ações formativas para mudar este cenário, em que só o aprofundamento teórico não é suficiente para redirecionar o olhar desta professora sobre o processo de aprendizagem dos alunos nos anos iniciais, é de suma importância, mas não suficiente para impulsionar mudança de concepção e prática.
Que ações implementar na sua prática, coordenador, de sorte que a transposição da teoria para prática aconteça de forma desejável?

- Acompanhamento no planejamento e algumas vezes ajudar está professora a planejar atividades que possam ajudar as crianças avançarem"–Eliane
- Sessões de estudos e pesquisas sobre a psicogênese da língua escrita" –Terezinha
- Observar a prática da professora com intuito de dar novo sentido às problemáticas apresentadas - Letícia
- Análise de diagnóstico junto com a professora com foco de tornar notável a ela os conhecimentos que as crianças têm sobre a língua escrita– Joana
- Tematização da prática. Nilda
- Análise de bons modelos de práticas na alfabetização –Lucia

Esses poucos minutos valeram por uma hora. Legitimar essas ações na rotina do coordenador foi o ponto alvo neste momento, é um assunto que rende muitas discussões, alguns apresentaram dificuldades em desempenhar essas ações no seu dia-a-dia. Com isso tivemos oportunidade de ouvir alguns desabafos e também de sorte suar em nossos ouvidos algumas conquistas.

-Tenho uma angustia. As três formações são maravilhosas, excelente mesmo! Mas ainda tenho dificuldade de organizar as formações para que aconteçam em tempo hábil, desabafou Keine.

-Minha angustia já é não poder desenvolver mais as formações. Depois que asescolas Multisseriadas ficaram integradas nas escolas Pólos, só me resta participar das formações, desabafou, a assimilação do conteúdo não dá para compartilhar com os professores, como antes fazia Keily.

Este, um desafio para os formadores que já estão algum tempo na luta para o coordenador redimensionar seu verdadeiro papel dentro da escola, haja visto que algumas ações já foram implementadas, principalmente para o caso de keine, em especial, mas ainda não suficiente para desafogá-la de muitas tarefas. O bacana que os problemas deles se tornam nossos também. Há preocupação por nossa parte em ajudá-los a se reorganizarem para que as formações aconteçam de modo significativo.

Por outro lado alguns frutos estão sendo abrolhados:

- Comecei a ver resultado na ação de meus professores a partir do momento que tornei a análise dos diagnósticos importante na minha ação. Antes quem fazia o diagnóstico era eu, agora faço um papel diferente, um papel de analista das escritas das crianças junto com os professores. Sentar com ele e analisar as escritas dos alunos, levaram-nos a compreensão de saber o que as crianças pensam sobre a escrita e quanto é importante ter conhecimento teórico. Agora vejo eles colocando os conhecimentos teóricos na prática quando analisam as escritas dos alunos, não ficam mais só na marcação de hipótese e sim de entendimento sobre o que os alunos pensam – Lucia -

- A tematização da prática tem sido uma ação importante na minha escola, só ainda não dou conta de fazer com todas as professoras. O que ainda é angustiante para mim, pois as que eu não faço me cobram, por estar só eu na coordenação não dou conta ainda de me organizar para atender todas – Nilda.

- Analisar junto com os professores as escritas dos alunos, tem sido uma ação importante, é visto hoje na minha escola, que as professoras têm mais segurança em explicar para os pais os avanços das crianças. Principalmente o avanço na própria hipótese, pré-silábico, por exemplo, elas falam com mais propriedades o que os alunos sabem – Flávia-

A análise e reflexão sobre ações mais concretas ampliaram a visão do grupo referente suas ações e apontam duas questões importantes nessa discussão:
1. Que a situação foi oportuna para que os coordenadores pudessem pensar no que deve ser acrescentado à sua prática.
2. Revela compreender o papel das coordenadoras no movimento de aprendizagem do professor e o quanto suas açõestornam fundamentais para o avanço dos professores.

Um cafezinho para espairecer. Pode ser?

Entre um biscoito e outro, uma conversa aqui outra acolá, é percebido entusiasmo no grupo pela formação em suas escolas, mesmo diante dos obstáculos que enfrentam no seu cotidiano, explanam, compartilham um com outro que o trabalho com a leitura e escrita pelo aluno com fundamentação teórica vem acontecendo a partir dos encontros de formação, embora em algumas assimilações dos conteúdos ainda aparecem um pouco tímida em alguns grupos.

Juntamo-nos na roda, após o intervalo e convidamos os participantes para analisar o planejamento da professora Tereza. Um planejamento com nomes próprios que não possibilita que as crianças analisem a lógica do sistema de escrita. Está centrada em identificar letras e contá-las. E essas ações, ainda que ensinem coisas às crianças, não ensinam sobre como se organiza o sistema de escrita, quais suas regras, sua lógica interna, longe de ser um objeto que ofereça condições para aprendizagem e reflexão sobre o sistema de escrita. Achamos por bem essa reflexão porque a prática de Tereza se assemelha a de muitos alfabetizadores de nossa rede. Para início de conversa as questões para aquecimento:Essa é uma boa atividade para gerar a reflexão sobre o sistema de escrita? Justifique.O que os alunos dessa sala aprendem quando colocam BRENO na coluna de número 5; RUI na coluna de número 3 e BENEDITO na coluna de número 8? Em que isso ajuda a aprender a ler e a escrever?
- Com esta atividade as crianças só aprendem a quantidade de letras - Dulce.

- Não é uma atividade adequada, não explora leitura, está mais voltada as questões de quantas letras usar! O propósito é a leitura não é apontando letra inicial e contando quantas letras que vai proporcionar momento de leitura para criança – Leticia.

-As crianças só vão contar? A atividade não ajuda a refletir sobre a língua escrita–Eliane.

-Essa não é uma atividade boa porque não houve desafios para as crianças, e não pensou nas crianças que estavam em hipóteses mais avançada. Essa atividade apenas faz associação e não faz as crianças refletirem sobre o sistema de leitura e escrita. A professora ainda classificou alguns em hipótese a menos e fez agrupamentos de forma equivocada– Lisandra

- Os alunos com essa atividade aprendem a noção de quantidade, não há desafio de leitura e escrita. Não oferece subsidio para os alunos pensarem sobre o sistema da escritaque poderia ir além da quantidade de letras e associação das mesmas – Nilda

- Não é uma atividade boa, não há desafio e não explora a leitura da criança como propõe o planejamento. Um ponto que é percebido que a professora acredita não ter nenhum aluno alfabético o que revela no agrupamento dos alunos, que também apresenta problema de agrupamento- Marquesilvia

Pois bem a conversa tá muito boa, mas passamos mais adiante. Assistimos um vídeo da professora Márcia, trecho retirado do vídeo do Profa, para sistematizar melhor essa discussão. O vídeotraz uma situação de prática ao contrário de Tereza. A atividade proposto por Márcia, possibilita que as crianças coloquem em jogo seus saberes sobre o sistema de escrita e construam outros saberes durante a interação com o outro, oportunizando então os alunos avançarem em seus conhecimentos porque as crianças enfrentam problemas para resolver. Questão proposta:Em qual atividade as crianças precisaram refletir sobre o sistema de escrita, ou seja, em qual tiveram que pensar em quantas letras usar, quais letras usar, em que ordem colocar?
-A atividade da professora Márcia ofereceu uma situação de aprendizagem, onde a professora através de suas intervenções levou as crianças refletirem sobre o sistema da escrita fazendo com que os mesmos avançassem – Rose

- A professora Márcia faz as crianças analisarem. O que é louvável é o agrupamento Luiz que usa mais as vogais e Diogo que usa mais as consoantes, é algo que deve fazer parte doplanejamento da professora, não agrupa de forma aleatória, ela tem o propósito para eles, que é que eles compartilhem seus conhecimentos, isso entendo como uma garantia para que as aprendizagens aconteçam, diferente da professora Tereza. Keine

A análise do planejamento da professora proporcionou reflexão sobre as atividades propostas nas turmas de alfabetização, contribuiu para orientar o olhar frente às práticas no planejamento. Na verdade atividades como da professora Tereza nos ajuda refletir sobre as práticas de ensino e as concepções que as fundamentam e também desperta para uma análise de como os planejamentos estão sendo elaborados pelos professores da rede municipal.

Porque tudo isto? É a pergunta que nos vem ao final deste encontro. De fato é puxar para discussão quanto é importante conhecer o que os alunos sabem para pensar em um planejamento que possa gerar aprendizagens, pois numa perspectiva construtivista, o conhecimento só avança quando o aluno tem bons problemas sobre os quais pensarem.

Já era tarde, a manhã passou muito rápido, chegando já quase as 11h e 30 min, tinha um combinando para o término deste encontro, então seguimos para o encerramento orientando a tarefa para o próximo encontro para tratar dos avanços e desafios com o trabalho deste conteúdo na escola.

Bom, depois de vencer km de reflexões e discussões, 7 ou mais pecados comentemos nesta estrada de poeira fina frente as reflexões sobre a prática de ensino encontradas na nossa rede. Se cada coordenador levar essas reflexões para escola, já está bom. No mais, agora e imediato, é dar um novo contexto sobre o ensino da leitura e escrita que ainda vigoram, dá uma nova óptica nessas ideias arraigadas sobre como as crianças aprendem a ler e a escrever.

Enfim nos sentimos como uma criança que a cada passo um grande obstáculo a ser enfrentado, o desafio é grande, porém a cada encontro sentimos que as coordenadoras estão mais seguras e se empenhando cada vez mais, como uma criança que quando começa a se equilibrar logo quer dar seus primeiros passinhos.

Até logo mais! Até o próximo o encontro de avaliação, pelas nossas contas no início de dezembro!!

Clau, Sandra e Vicente

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Tematização da prática com a coordenadora Osvanilda

Relato feito pela coordenadora Osvanilda da Escola Jorge Teixeira

Aos 22 dias do mês de agosto eu recebi nas dependências da escola Jorge Teixeira a formadora local do Programa Além das Letras Claudiene Dias da Silva para realizarmos a tematização da prática onde o foco era refletir sobre prática da professora, principalmente como tem relizado os diagnósticos com os alunos e como analisam as escritas dos alunos, e para que tal encontro ocorresse assistimos a prática da professora do 2º ano Alice Maria com dois alunos Maycon e Jhenifer.
Ao assitir ao vídeo com a formadora a mesma me levou a refletir com alguns questionamentos em torno da prática da professora, como: as intervenções da professora e o entendimento quanto a classificação das hipóteses. Quanto ao grupo semântico e as intervenções feitas pela professora foi boa a mesma planejou o diagnóstico iniciando dos polissílabos para os monossílabos pediu que escrevesse uma frase e solicitou a leitura das palavras escrita pelo aluno, mas na classificação das hipóteses a professora classificou os alunos em uma hipótese a menos .
Juntas conversamos sobre essa ação da professora a qual não é favorável ao aluno, visto que com essa classificação o diagnóstico ficaria sem objetivo, sendo dar continuidade ao um bom planejamento em que as atividades pudessem está serviço da necessidade do aluno. Porque o diagnóstico é a ferramenta de ponto de partida para dar continuidade a atividades que avancem o aluno.
As orientações da formadora me deu mais segurança ao realizar a tematização com meu grupo de professores.
Dando continuidade a esse trabalho, fiz no dia 26 de agosto a tematização da prática com a professora, onde contei com as orientações da formadora ao assistir o vídeo junto com a professora.Direcionei os mesmos questionamentos a professora se a classificação das hipóteses correspondia realmente a hipótese que a criança apresentava.
A professora após assistir o vídeo disse que planejou a atividade pensando nas reflexões do 3º encontro de formação onde estudamos a hipótese de escrita das criança que teve como conteúdo “As concepções das crianças a respeito do sistema de escrita”. Disse ainda que para realização dos diagnósticos é preciso estabelecer: os grupos semânticos; no conjunto de palavras seguir uma sequência do maior para o menor: polissílabos, trissílabos, dissílabos e monossílabos , que é preciso solicitar a escrita, leitura e justificativa da a criança do que escreveu; não ditar a palavra silabando. É importante que os monossílabos ficarem por último na realização dos diagnósticos porque as crianças que escrevem utilizando o número mínimo de letras poderão se recusar a escrever se tiverem de começar por ele e foi com essas orientações que se baseou para planejar seu diagnóstico,mas achava que se classificasse o aluno na hipótese a menos permitiria ao aluno um tempo maior para que o mesmo avançasse na escrita e que precisaria trabalhar mais para criança escrever corretamente.
Orientei a professora que a classificação da hipótese da escrita da criança contribui com trabalho do professor para o avanço das crianças, visto que o planejamento deve ser feito de acordo com a necessidade do aluno,permite ao professor fazer as intervenções necessária sendo assim não faria sentido a classificação da hipótese a menos. Para fundamentar mais nossos estudos solicitei a professora a releitura do texto
”A psicogênese da língua escrita “de Emilia Ferreiro. A professora agradeceu disse que estava contente com as orientações e que os encontros de formação e tematização da prática tem feito com que ela renove sua prática e tem obtido bons resultados.

domingo, 20 de novembro de 2011

Professor Agenaldo - Escola Padre Angelo Spadari

Nessa atividade o professor propõe aos alunos a pensar nas regularidades de alguns cálculos, com base no arredamento, para resolver outros.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Relatório sobre análise da prática da professora

Alunos: Carlos Eduardo 2° Ano “C”
Professoras: Eulijanes
Coordenadoras: Dulce da S. M. Schmidt e Nelcilene Ferreira Vaz

Ao sermos convidadas a fazer uma atividade de planejamento de diagnóstico na formação do Programa Além das Letras, convidamos a professora Eulijanes, do 2° Ano “C”, para participar dando sua contribuição para a realização da mesma, tarefa solicitada pelos formadores locais, o que prontamente nos atendeu.
Pedimos à professora que planejasse com antecedência o Diagnóstico para que pudéssemos filmá-la. A professora escolheu palavras do grupo semântico de Festa de Aniversário. Organizou as palavras para serem ditadas da polissílaba para a monossílaba e ao final deveria pedir ao aluno que escolhesse uma das palavras escritas para elaboração de uma frase.
Iniciou o diagnóstico pedindo para que o aluno escrevesse seu nome na folha; em seguida ditou a palavra refrigerante e pediu que o aluno fizesse a leitura logo após sua escrita. O aluno escreveu e leu palavra, a qual tinha escrito “REFIGEME”; ao ler ele percebeu que faltava uma sílaba e acrescentou “TE”, ficando a escrita “REFIGEMETE”. A professora pediu que ele lesse novamente e perguntou se estava correta e o aluno disse que estava. Então a professora continuou ditando a segunda palavra. Ditou então a palavra “SALGADOS” e o aluno escreveu “SAGADO”. A professora seguiu a mesma sequência de perguntas e o aluno disse que a escrita estava correta. Ditou a palavra “PASTEL”, e o aluno, talvez por achar mais fácil escrever salgado repetiu a segunda palavra. A professora então levou o aluno a entender qual palavra ela tinha ditado. Ao escrever a palavra ditada ficou da seguinte forma “PATE”. A professora seguiu os mesmos passos nos questionamentos e o aluno disse que sua escrita estava correta. Pediu que o aluno escrevesse a palavra “BOLO” e o aluno escreveu corretamente. Então ela ditou a palavra “PÃO”. O aluno prontamente escreveu “PAÃO” e, ao fazer a leitura percebeu que poderia melhorar sua escrita e mudou “PAU”. A professora seguiu a mesma sequência de perguntas e o aluno disse que sua escrita estava correta. Após a escrita da última palavra a professora pediu que o aluno escolhesse uma das palavras escritas e elaborasse uma frase. O aluno ficou um tempo pensando e depois de algumas perguntas da professora em relação à palavra escolhida, escreveu o nome do sabor do bolo que gostava, “MORÃO”. A professora questionou se a palavra escrita correspondia à escolhida e o levou a perceber que não e o aluno percebeu que era a palavra “BOLO”. Então pediu que escrevesse uma frase e que nela estivesse inserida a palavra escolhida. O aluno escreveu “BOLO MORÃO”. A professora pediu que fizesse a leitura e o aluno leu “BOLO MORANGO”, então a professora acabou oralizando a frase para o aluno e ele confirmou dizendo que era isso mesmo que escreveu. A professora perguntou se escrita estava correta e ele disse que sim. Depois de analisar a escrita do aluno, a professora o classificou na hipótese Silábica Alfabética, pois ele escreve faltando algumas letras.
Através da observação desse vídeo podemos chegar à conclusão de que a professora planejou o diagnóstico dentro de um grupo semântico, ditando as palavras da polissílaba para a monossílaba, ao término da escrita das palavras pediu que o aluno escolhesse uma palavra para produzir uma frase. Essas ações mostram que houve um empenho por parte da professora em planejar e desenvolver um bom diagnóstico conforme as aprendizagens na formação. Em relação às intervenções nos pareceu que poderiam ser mais intrigantes. A professora perguntava ao aluno se a escrita estava correta, o aluno lia e dizia que sim, porém em nem um momento ela levou o aluno a colocar em jogo seu conhecimento com perguntas desafiadoras. Isso pode ser observado, tanto na escrita das palavras quanto na escrita da frase. Em relação à hipótese do aluno sobre a escrita, a professora o classificou em Silábico Alfabético. Concordamos com a professora, pois o aluno escreveu faltando algumas letras e faz parcialmente, a correspondência do som à escrita.
A tematização foi feita com a formadora local Sandra Duarte, onde durante a observação do vídeo foi constatado que houve muitos pontos positivos: escolha de palavras do mesmo grupo semântico “Festa de Aniversário”; organização das palavras a serem ditadas da polissílaba para a monossílaba; permitiu que o aluno fosse autônomo na escolha da palavra escrita para elaboração de uma frase. Porém as intervenções da professora não fizeram com que o aluno avançasse, ou que pensasse sobre o que escreveu, colocar em jogo o seu conhecimento sobre a escrita. O vídeo nos mostra que esse aluno não tem o conhecimento do que seja uma frase, o que levantou uma dúvida na formadora. Então ela nos questionou em relação a essa situação, perguntando se essa professora trabalha com textos ou palavras soltas. Foi dito a ela que a professora trabalha muito bem a alfabetização, utilizando textos, sendo que a grande maioria dos alunos se encontra Alfabéticos e, esse aluno participa da recuperação paralela apresentando muita dificuldade de aprendizagem.
Durante a tematização com a professora pedimos que ela fizesse a pontuação positiva do desenvolvimento do diagnóstico e observasse em que precisaria melhorar. Deixamos claro para ela que o intuito desse momento não seria avaliá-la, mas encontrar meios para melhorar a sua prática. Ao assistir o vídeo a professora percebeu que apresentou vários pontos positivos, como planejar o diagnóstico dentro de um grupo semântico, ditar as palavras da polissílaba para a monossílaba, ao término da escrita de palavras, pedir que o aluno escolhesse uma palavra para produzir uma frase. Como pontos que podem ser melhorados, ela apontou seus questionamentos para levar a criança a pensar sobre a escrita, o que não aconteceu durante o desenvolvimento do diagnóstico. Foi questionado a ela sobre o conhecimento do aluno em relação à construção de frases, pois se percebe que no vídeo o aluno fica sem ação, como se não soubesse “o que seria uma frase”, esperando pela ajuda da professora. A resposta para esse questionamento foi que durante as aulas e com algumas limitações, o aluno consegue construir frases com a ajuda da professora e visualizando uma gravura, porém no momento do diagnóstico, ela não sabe o que aconteceu que o aluno teve essa reação. Em relação aos questionamentos da professora foi sugerido a ela que chamasse a atenção da criança para a correspondência da fala com a escrita, utilizando a ficha para descobrir as letras de acordo com a leitura da palavra; para a construção de frases foi sugerido que pedisse que o aluno verbalize a frase antes de escrevê-la. Isso ajudará o aluno avançar em seu processo de aquisição da escrita.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Relatório da tematização da prática

Coordenadora: Eliane de Araújo Teixeira Escola Ireno Antônio Berticelli

Em25 de Agosto de 2011 convidei a professora Vera Lucia Kottido 2º ano B para assistir ao vídeo de sua prática a fim de refletir sobre ela.

Antes de chegar assistir ao vídeo passamos por alguns processos:

1º convite à professora – convidei a professora para realizar a filmagem. Expliquei para ela que a intenção da tematização não era de avaliação seu trabalho, sim aprendermos juntos de modo que poudesse aperfeiçoar sua práitca. Expliquei que essa tarefa foi solicitada na formação do Programa Além das Letras a qual participamos, e até que as aprendizagens cheguem aos alunos é preciso tanto eu quanto ela estarmos nos formarmos. Após apresentar minha proposta e ela aceitar, solicitei que a professora escolhesse quatro alunos para fazer a filmagem.

2º Planejamento - Foi feito um planejamento juntamente com a professora para a filmagem utilizando critérios que antes não eram considerados como:

Na escolha das palavras deixei que a professora escolhesse os nomes das frutas para ver se a ela teria assimilado o conteúdo antes discutido. Palavras escolhidas pela professora: JABUTICABA, MARACUJÁ, ACEROLA, MORANGO, CAJU E UVA. Penso que foram boas palavras escolhidas por ela.


Análise da coordenadora com a formadora do vídeo da professora Vera
Após a filmagem a formadora Claudiene e eu, na visita de supervisão, analisamos a prática da professora através do vídeo para fazer algumas pontuações:
O que a professora sabia - A professora apresentou saber que é importante a escolha de um grupo semântico sendo do polissílabo ao monossílabo. Nas intervenções solicita a leitura do aluno após a escrita de cada palavra.
Pontos a aperfeiçoar - A professora marcou uma hipótese a menos. Exemplo a aluna Jessica estava na alfabética e ela colocou que estava na hipótese silábica alfabética. Assim definimos que esse seria o foco de discussão com a professora, pois precisava mudar essa prática tão comum na escola, de “desconfiança” da hipótese de escrita em que as crianças se encontram.
Essa reflexão foi importante para mim enquanto coordenadora, pois ainda não tinha me atentado para essa questão. Com essa reflexão junto à formadora aprendi que se colocarmos uma hipótese a menos as atividades não terão desafios para as crianças e os agrupamentos não seriam produtivos além de acontecer uma certa desvalorização dos conhecimentos dos alunos.

Tematização da prática da professora


Após ter feito a filmagem e assistido com a formadora local convidei a professora para assistir ao vídeo.
Ao sentar com ela pedi que observasse a escrita dos alunos e pontuasse o que ela percebia em suas escritas. Ela disse que a aluna Raissa coloca letra para cada sílaba com o som correspondente. Perguntei que hipótese então é essa? Me disse que era o que havia marcado silábica sem valor sonoro, pois algumas palavras ainda não estava com valor sonoro. Para aluna Jessica ela me disse que ela escreve quase tudo certo apenas troca as letras pela maneira como fala. Exemplo em vez de escrever ACEROLA escreve como fala ACELOLA. Durante a conversa chamei atenção para os conceitos de cada hipótese e também para algumas marcações de hipótese semelhante às escritas das crianças e perguntei se olharmos para marcação que fez e pensando nos conceitos, Raissa estaria na hipótese S.S.V.S.C e Jessica estaria na hipótese Silábica Alfabética como havia marcado? Ela me respondeu: olhando assim não, mas é que uma hipótese a menos me dá mais segurança. Conversamos muito sobre a importância de marcar a hipótese tal como ela é para assim termos mais eficiência na elaboração das atividades a serem desenvolvidas em sala de aula e nos agrupamentos. Percebi que a professora já não pensava mais do mesmo jeito. Sei que nossas reflexões mexeu de alguma forma com ela, mas percebo que as mudanças são lentas que ainda precisa assimilar bem esse conteúdo para ter mais segurança ao analisar as escritas de seus alunos.

Quanto a fase a menos dos alunos estou conversando durante o planejamento, nas formações e durante a análise de atividades desenvolvidas em sala. Como coordenadora pedagógica sempre estou conversando durante o planejamento ajudando minhas professoras a colocar o que estamos discutindo nas formações na prática.
Reflexões da coordenadora como era o processo da realização do diagnóstico na escola antes da formação com o conteúdo leitura e escrita pelo aluno
Ao participar do 2º encontro de formação do Programa Além das Letras com conteúdo leitura e escrita pelo aluno me preocupei sobre o conceito que tinha referente à escrita dos alunos. Outra coisa que me causou preocupação também era a forma como era realizada os diagnósticos na minha escola, a ponto de não saber como iria falar para as professoras porque as sugestões de diagnósticos eram feitas por mim.
Os diagnósticos antes eram assim: a professora entregava uma folha em branco para os alunos. Os alunos colocavam a data e o nome deles. Em seguida a professora pedia que os alunos escrevessem algumas palavras, isso no coletivo, após terminar as escritas ela os chamavam na mesa para lerem o que escreveram depois recolhia as folhas para no momento do planejamento marcar as hipóteses das crianças.

Como coordenadora pedagógica pensava que estivesse certo, pois pensava que o diagnóstico era só para avaliar os alunos e essa era uma maneira rápida de saber as hipóteses das crianças para colocar no quadro de estatística.

Ainda no 2º encontro de formação quando a formadora Sandra nos convidou para uma análise de proposta de diagnóstico que continha:
1ª proposta era uma lista de um grupo semântico (frutas) formada por 12 palavras.
2ª proposta tratava-se de uma lista em que todas as palavras iniciavam com a letra B, nos levando a compreender que tratavam de palavras encontradas nas cartilhas.
3ª e 4ª proposta era de texto contínuos em que traziam estranheza para os alunos, principalmente os que estavam na hipótese com valor sonoro convencional que usam mais as vogais.

Veio a tona muitas coisas nessa análise, descobri que não sabia quase nada sobre a realização do diagnóstico. Fui notando que o diagnóstico não tem a função só de avaliar, foi onde compreendi que é uma ferramenta que ajuda a gente pensar em um planejamento com intenção de avançar os alunos no sistema de escrita e outra coisa que também aprendi é que o diagnóstico ajuda a acompanhar as aprendizagens dos nossos alunos. Hoje pensando na situação acima apresentada sobre o diagnóstico percebo a importância de solicitar a leitura sempre após a escrita, pois ela ajuda a interpretar os pensamentos dos alunos sobre a escrita, coisa que antes desconsiderava. Não solicitar a leitura após a escrita nos levávamos a marcar uma hipótese não verdadeira, recorríamos, mas as hipóteses pré-silábicas quando batia as incertezas ou uma menos. Assim percebi que precisava conhecer melhor como a criança constrói a escrita para ajudar as professoras a repensar sua prática.
E como tratar esse conteúdo na escola foi minha preocupação, pois muito das práticas delas era espelhadas na minha experiência.

Antes da formação na escola tive algumas angustias e recorri à formadora Claudiene, que coordena minha escola. Em uma conversa ela me tranquilizou quando disse que perceber alguns equívocos e abrir-se para novos conhecimentos já seria um avanço, e o que não poderia acontecer de agora em diante era a persistência no erro. As atividades que foram realizadas equivocadas servem para a gente refletir sobre a prática e pensar como melhorá-la, e que este era só começo de muitas reflexões a qual geraria muitas aprendizagens. Apresentei muitas dúvidas antes do encontro na escola que foi tirada aos poucos e nesse caminho descobri que precisava cada vez mais aperfeiçoar meus conhecimentos.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Chegamos ao último encontro do Programa Além das Letras, assim resolvemos criar um espaço neste blog para vocês coordenadores comentarem de que forma os encontros de formação contribuíram para sua prática.
Vamos lá todos participando neste pequeno espaço virtual.

Clau, Sandra e Vicente.